A
maioria dos crustáceos é de sexos separados, embora existam espécies
hermafroditas, a fecundação é cruzada, envolvendo copulação. Em geral,
as fêmeas de crustáceos incubam seus ovos em apêndices do corpo, como ocorre
com as lagostas e caranguejos, ou em sacos ovígeros formados quando os ovos são
expelidos, como ocorre em copépodes. Na maioria dos casos, o desenvolvimento é
indireto, com larvas livre-natantes, podendo existir mais de um tipo de larva
no mesmo ciclo de vida. Em geral, do ovo surge uma larva náuplio, que se
transforma em uma larva zoez, mas esse padrão varia muito de grupo para grupo.
Em
algumas espécies, como é o caso do lagostim, as fases larvais são suprimidas,
sendo que do ovo emerge um jovem: o desenvolvimento, nesses casos, é direto.
Eles produzem ovos, dos quais
saem larvas nadadoras que, depois de uma série de profundas transformações ou
metamorfoses, tornam-se indivíduos adultos.
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